segunda-feira, 30 de maio de 2011

No mês de Maio...

Para presentear as mães os alunos, do 2º, 3º e 4º anos, decoraram umas caixinhas de madeira ...


















Ficaram bonitas! Não acham?

quinta-feira, 19 de maio de 2011

"Domingos Capela"

Outro trabalho de grupo e respectivas ilustrações dos textos sobre "Domingos Capela".

“Domingos Capela”

            No ano de 1924 nasceu na freguesia de Anta, concelho de Espinho, um marceneiro chamado Domingos Capela. Ele ficou conhecido porque concertou o violino do musico italiano Micolino Milano. Domingos Capela construiu os primeiros violinos em madeira de plátano. O músico italiano voltou mais tarde a Espinho e depois de verificar o excelente trabalho propôs-lhe um emprego na casa HILL, em Londres, mas Domingos Capela não aceitou.
Em 1963, o senhor Domingos Capela recebeu o seu primeiro prémio no concurso Liège, Bélgica. No ano de 1967, concorreu novamente com dois violinos ao concurso em Poznam. O seu maior êxito concretizou-se em 1972 novamente em Poznam, onde concorreu com quatro violinos, ganhando os quatro primeiros prémios.
A Câmara Municipal de Espinho condecoro-o com a medalha de prata de Mérito Artístico em 1991. Nesse mesmo ano foi também condecorado pela Presidência de Ministros com a medalha Mérito Cultural, valor artístico nacional e internacional.
A família Capela ainda continua com a tradição da construção de violinos através do seu filho António Capela. Este foi o único que continuou a arte do pai, tendo obtido igualmente um grande sucesso a nível internacional. O filho deste, Joaquim Capela, e neto de Domingos Capela, ainda hoje trabalha na mesma arte. Construiu o seu primeiro violino aos 13 anos e desde aí tem participado em vários concursos e obtido diversos prémios em muitos países. É o terceiro elemento da família Capela a dar continuidade ao excelente trabalho iniciado pelo seu avô, o famoso construtor de violinos Domingos Capela e pelo seu pai, António Capela.


Grupo de trabalho do 4º ano da UE da Bouça:
Bruno, Carolina, Pedro Manuel e Pedro Miguel


" Arte Xávega"

Mais um texto do 4º ano para o Projecto Comenius.

“Arte Xávega”
           
            Em Espinho, na segunda metade do século XVIII os pescadores começaram a utilizar na pesca a “Arte Xávega”. A “Arte Xávega” é uma forma tradicional da pesca. Um grupo de pescadores num barco a remos lança as redes ao mar para cercar e apanhar os peixes. Alguns pescadores ainda continuam a utilizar esta arte tornando-a num atractivo turístico.
            De Novembro a Março, os pescadores preparam as redes com as suas próprias técnicas e também se dedicam a outras actividades como agricultura, construção civil, etc. De Abril a Outubro é o tempo de pesca. Juntam-se mais ou menos 15 pescadores, oito dos quais vão para o mar e os outros ficam em terra a preparar as redes, a escolher o peixe da pesca anterior e a fazer outros trabalhos para a próxima faina. Hoje em dia, os pescadores já usam meios muito mais modernos e mais fáceis para puxarem as redes. Os barcos já são a motor e são tractores que puxam as redes do mar e os barcos para terra.
            Com muita pena e tristeza vê-se a “Arte Xávega” a desaparecer.
            Os pescadores espinhenses mais velhos são os que mais desgosto têm que a “Arte Xávega” não continue.


Grupo de trabalho do 4º ano da UE da Bouça:
Ana, Diana, Fábio e Rafael




"A lenda da Bicha das Sete Cabeças de Silvalde"

O 4º ano esteve a elaborar diversos textos e ilustrações dos mesmos para o Projecto Comenius da Domingos Capela. Um deles fala sobre a lenda da "Bicha das Sete Cabeças de Silvalde".

“ A lenda da Bicha das Sete Cabeças de Silvalde”

            Junto à ribeira de Silvalde, próximo de uma ponte romana, existia um campo de cultivo.
Uma mulher estava a trabalhar no campo. De repente, ela desatou a correr gritando muito, porque viu um grande bicho nunca visto. As pessoas aflitas correram até ela para saber o que tinha acontecido. Ela contou o que viu e decidiram fazer uma vigilância durante a noite. As pessoas já cansadas de esperar decidiram que um deles deveria ficar a vigiar. Essa pessoa, se acontecesse alguma coisa teria de tocar uma corneta para alertar toda a população.
O dia começava a aparecer, quando se ouviu a corneta e, como estava combinado, todos acorreram à chamada. Como planeado, os camponeses armaram-se de paus, varapaus, foucinhas, ancinhos e de tudo o que encontravam à mão para matar o monstro. Pelos campos, eles procuraram o tal bicho e esperaram dias e noites até que aparecesse. E foi mesmo isso que veio a acontecer numa tarde cinzenta e chuvosa. Mataram a bicha e descobriram que tinha sete cabeças.
            Depois enterraram-na junto a um pilar da velha ponte romana. Nesse local construíram uma capela para recordar o terem conseguido matar uma bicha tão grande e tão estranha.
            Depois disto surgiu a lenda da Bicha das Sete Cabeças de Silvalde.


Grupo de trabalho do 4º ano da UE da Bouça:
Jorge, Mário, Ricardo, Sara e Tatiana